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Bolsas asiáticas fecham em alta após presidente do Fed tranquilizar investidores

<div class="media_block"></div> <img src="https://s2.glbimg.com/4KK3ddxuX_xFxUR4DmBJkkU2vqQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2019/4/G/gDLe0VReArd3RkC1uPcg/ap-18101107205403.jpg" /><br /> Jerome Powell disse, entre outros pontos, que o banco central americano não vê nenhum sinal de que a inflação possa ficar fora de controle As principais bolsas asiáticas fecharam em forte alta nesta quinta-feira, recuperando-se das quedas do dia anteriior depois que o presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Jerome Powell, reforçou que a instituição não tem pressa em retirar o apoio à economia. Powell disse também que o Fed não vê nenhum sinal de que a inflação possa ficar fora de controle, o que ajudou Wall Street a anotar novos recordes. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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Morning Call Safra: Estatais lideram alta após tombo

Petrobras recupera parte das perdas de segunda-feira; Eletrobras dispara com notícias No Morning Call do Safra desta quarta-feira, mostramos a recuperação do Ibovespa, liderada pelas ações da Petrobras e da Eletrobras. Falamos ainda sobre o discurso do presidente do Fed ontem. No segundo bloco, mostramos nossa estimativa para a leitura do IPCA-15, um dos destaques de hoje na agenda de indicadores. Quer receber o Morning Call do Safra, análises de ações e outros conteúdos exclusivos? Faça parte do canal do Safra no Telegram.
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Morning Call Safra: O que esperar da Petrobras

Ações da empresa caíram mais de 20%; analistas do Safra cortaram preço-alvo dos papéis No Morning Call do Safra desta terça-feira, 23 de fevereiro, apresentamos nossa leitura para as ações da Petrobras, após os últimos acontecimentos envolvendo o controle estatal. No segundo bloco, lembramos que medidas importantes de contenção de gastos públicos podem ser aprovadas já nesta semana. Quer receber o Morning Call do Safra, análises de ações e outros conteúdos exclusivos? Faça parte do canal do Safra no Telegram.
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Safra mantém recomendação neutra para ações da IRB Brasil RE (IRBR3), apesar de novos prejuízos

<div class="media_block"></div> <img src="https://s2.glbimg.com/SKZN4_PgVuS8NL_0fu1ian99EFE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/0/4/cs8igCSpiki1oMxDY7dQ/valor2202.png" /><br /> Resultados do quarto trimestre de 2020 mostram perda líquida de R$ 620 milhões. Papéis IRBR3 têm preço-alvo de R$ 7,80 Ações da IR Brasil RE (IRBR3): Safra mantém recomendação neutra, com preço-alvo de R$ 7,80/ação Getty Images A resseguradora IRB Brasil RE (IRBR3) reportou mais uma vez resultados muito fracos, registrando prejuízo líquido de R$ 620 milhões no quarto trimestre de 2020, acumulando R$ 1,5 bilhão de prejuízo no ano. O resultado reverteu um lucro líquido de R$ 1,2 bilhão no ano anterior e foi bem abaixo das estimativas do mercado. A divulgação dos números da empresa fez a Safra Corretora manter a recomendação neutra para as ações da IRB Brasil RE (IRBR3), com preço-alvo de R$ 7,80/ação. No terceiro trimestre, a IRB Brasil RE (IRBR3) havia registrado prejuízo líquido de R$ 230. Já no quarto trimestre de 2019, a companhia reportou prejuízo líquido de R$ 654 milhões. A IRB Brasil RE (IRBR3) reportou um prêmio total subscrito de R$ 2,080 bilhões no quarto trimestre, o que representa uma queda de 0,9%na comparação com o mesmo período do ano anterior. No comparativo com o terceiro trimestre, a queda é de 30,1%. Mas enquanto os prêmios locais caíram -13,6% na comparação com o quarto trimestre de 2019, alcançando R$ 1,020 bilhão, as operações no exterior cresceram 15,6% no mesmo período, puxadas pela variação cambial. No acumulado do ano, o volume total de prêmios subscritos ficou em R$ 9,596 bilhões. O valor representa um aumento de 12,7% na comparação com o ano anterior. As operações no exterior cresceram 28,0% na mesma base, enquanto as operações locais subiram somente 1,0%. O resultado negativo do quarto trimestre foi severamente impactado pelo não reconhecimento de créditos fiscais diferidos de sua subsidiária em Londres, montante que soma R$ 360 milhões. A IRB Brasil RE (IRBR3) informou que após reavaliar as condições de ativação desses créditos, a maior parte dessas perdas foi contabilizada como provisão para pagamez'nto de imposto de renda. Excluindo negócios descontinuados, a IRB Brasil RE (IRBR3) teria um lucro líquido de R$ 190 milhões no quarto trimestre de 2020. O resultado nesse caso estaria acima dos R$ 149 milhões registrados no trimestre anterior. A boa notícia do balanço, no entanto, é que a companhia atingiu o cumprimento regulatório da Susep para índices de liquidez e cobertura de provisões técnicas. Para analistas do Safra, a IRB Brasil RE (IRBR3) continua mostrando alguma tendência de recuperação, sugerindo que 2021 pode ser um ano melhor, especialmente quando se olha para os resultados ajustados da companhia. Ainda assim, o Safra prefere manter uma visão cautelosa sobre os papéis da IRB Brasil RE (IRBR3).
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Covid-19: Brasil registra 1.051 mortes e 56.572 novos casos de Covid-19 nas últimas 24h

<div class="media_block"></div> <img src="https://s2.glbimg.com/vQdAyiPyNOB3zosyP-zzWV8utXc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/P/9/lt3JrqTUqOmBt49qfkoQ/vacinacao-parque-da-cidade-mcamgo-abr-180220211818-2.jpg" /><br /> Dados do país são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 Marcelo Camargo/Agência Brasil O Brasil registrou 1.051 mortes pela Covid-19 e 56.572 novos casos da doença neste sábado. São, ao total, 246.006 óbitos e 10.138.265 pessoas infectadas pelo coronavírus Sars-CoV-2 desde o início da pandemia. Os dados do país são fruto de colaboração entre "Folha", "UOL", "O Estado de S. Paulo", "Extra", "O Globo" e "G1" para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais. Além dos dados diários, a "Folha" também mostra a chamada média móvel. O recurso estatístico busca dar uma visão melhor da evolução da doença, pois atenua números isolados que fujam do padrão. A média móvel é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete. De acordo com os dados coletados até as 20h, a média de mortes nos últimos sete dias é de 1.051. Há uma semana, em 13 de fevereiro, a média era de 1.083, o que representa situação de estabilidade. O consórcio também atualizou informações repassadas sobre a vacinação contra a covid-19 por 24 Estados. Foram aplicadas no total 6.927.360 doses de vacina (5.811.528 da primeira dose e 1.115.832 da segunda dose), de acordo com as informações disponibilizadas pelas secretarias de Saúde. As vacinas disponíveis no Brasil são a Coronavac, do Butantan em parceria com a farmacêutica Sinovac, e a Covishield, imunizante da Fiocruz desenvolvido pela parceria entre a Universidade de Oxford e a AstraZeneca. A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.
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Lira diz estar trabalhando para que auxílio emergencial saia entre março e junho

<div class="media_block"></div> <img src="https://s2.glbimg.com/_AP_BszOy1P0IRZS8CTUt06fv1w=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/1/f/Hpazw6Rx2dXuhSxO5QTA/10pol-100-bc-a7-img01.jpg" /><br /> “Vamos trabalhar para que, com a aprovação do Senado, a PEC Emergencial já tenha o Orçamento de guerra [para fazer o pagamento do auxílio]”, disse o presidente da Câmara O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta sexta-feira (19) que está trabalhando junto com o Senado para que o pagamento do auxílio emergencial ocorra entre março e junho, mas que o programa foi atrapalhado pela falta de um Orçamento este ano e pela demora na PEC Emergencial e que ainda não há uma decisão sobre os valores. “O auxílio é necessário, foi no momento da primeira pandemia, mas é uma ajuda transitória”, disse. “Vamos trabalhar para que, com a aprovação do Senado, a PEC Emergencial já tenha o Orçamento de guerra [para fazer o pagamento do auxílio]”, disse. Segundo Lira, a PEC Emergencial terá um rito mais rápido no Senado, pelo regimento daquela Casa, e deve ser votada no dia 25 em plenário, em primeiro turno, e na semana seguinte, em segundo turno. “Não terminaremos a PEC Emergencial em fevereiro, estabelecemos prazo de três meses na Câmara e Senado”, disse. A votação da PEC depende da instalação das comissões permanentes, que ele afirmou querer que ocorra na próxima semana. O presidente da Câmara afirmou que foi estabelecido um calendário para as reformas, que a Câmara tratará da administrativa e que ele decidirá junto com Pacheco qual Casa analisará primeiro a reforma tributária, após o parecer do deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) ser entregue na comissão mista do Congresso. Após a sessão que determinou a manutenção da prisão do deputado Daniel Silveira (PSL-RJ) por ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF), Lira disse que isso é página virada e que as agendas que realmente importam para o país serão tratadas. “O Brasil não pode parar, está com problema de pandemia, problema de vacinas, problema de enchentes, as reformas precisam andar”, afirmou.
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BNDES financia produtores de biocombustíveis

Empresas que alcançarem metas de redução de emissão de CO2 terão redução nos juros No fim de janeiro, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou uma linha de crédito de R$ 1 bilhão para produtores de biocombustíveis, com o objetivo de estimular a redução das emissões no segmento. O programa, chamado BNDES RenovaBio, prevê que as empresas que alcançarem metas de redução de emissão de CO2 terão redução na taxa de juros. Segundo Petrônio Cançado, diretor de crédito e garantia do BNDES, é uma iniciativa complementar à política do RenovaBio, com a intenção de incentivar a adoção de melhores práticas produtivas e ambientais. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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Como posso melhorar as metas para a equipe?

O colunista Gilberto Guimarães explica formas de estabelecer objetivos e mobilizar os funcionários "Tenho uma empresa desenvolvedora de software junto com um sócio, que também é meu irmão. São ao todo 10 funcionários (incluindo nós dois) .Temos uma dificuldade enorme em fazer os funcionários baterem as metas estipuladas (em todos os setores). Nós estamos trabalhando com metas trimestrais, e sempre temos uma bonificação para quem bate as metas. Alguns quase nunca conseguem bater, e fico me perguntando se eu que não as estipulei corretamente, ou se eles realmente não tiveram a capacidade de atingir o resultado esperado. Em nosso ramo, um dos maiores desafios é a previsibilidade e conseguir definir metas que sejam possíveis de serem cumpridas, ainda assim sempre tentamos nos ajustar, mas ainda não tivemos sucesso. Algumas áreas são mais fáceis, e os resultados são atingidos quase sempre. Gostaria de algumas dicas para definir metas mais precisas e como fazer os funcionários atingí-las, ou saber quando é hora de substitíi-los". Empresário, 41 anos >> Envie sua pergunta, acompanhada de seu cargo e sua idade, para: diva.executivo@valor.com.b Esta é uma demanda recorrente de todos, líderes e gestores, que precisam fazer com que suas equipes atinjam resultados extraordinários, além do esperado. O que buscam, na verdade, é uma forma de motivar e controlar o desempenho das pessoas e para isso buscam estabelecer metas. A maioria estabelece metas agressivas partindo do pressuposto que basta a fixação destas metas para que um indivíduo ou um grupo se sinta motivado para atingi-las. Nada mais falacioso. O processo de motivação é bem mais complexo do que uma simples relação linear de causa e efeito. Inicialmente é sempre bom lembrar que não se motiva pessoas, mas se tenta mobilizá-las. As razões da motivação são características intrínsecas, que dependem de valores e desejos egóicos e pessoais. O que se pode fazer é mobilizar indivíduos a usarem sua motivação intrínseca para fazer aquilo em que acreditam ou que precise ser feito. Isto quer dizer que, para mobilizar pessoas a fazer algo, é preciso, primeiro, convencê-las de que aquilo precisa ser feito. O desafio, na verdade, é como fazer com que pessoas competentes e capazes contribuam dando o máximo de si na busca de objetivos comuns compartilhados. Não existe fórmula mágica e o mais sensato é combinar ações e atitudes essenciais ao comportamento humano mais profundo, utilizando várias abordagens e técnicas. Antes de qualquer coisa, convém salientar que existem dois fatores básicos essenciais da produtividade e da eficácia. O primeiro é a existência e a disponibilidade de todos os recursos necessários à execução das atividades, desde os mais básicos tais como saúde, alimentação, ambiente correto, ferramentas adequadas, até os mais complexos como competência, autoestima, condições psicológicas, entre outros. O outro fator básico essencial para obter-se desempenhos extraordinários é a existência de uma causa, um propósito, uma razão que justifique a “luta”. Quando as pessoas acreditam em um propósito, ou seja, em uma causa profunda para sua ação e trabalho, há efeitos positivos nos seus resultados, na produtividade e no engajamento. O propósito deve ser estabelecido como uma missão. O propósito é o “para que” fazer. A função mais nobre da liderança positiva e sua responsabilidade primária é infundir esse conceito de propósito e missão em cada um dos colaboradores. Indivíduos que tem a percepção de que seu trabalho tem um propósito e um impacto importante e positivo no bem-estar das outras pessoas e da sociedade apresentam elevados níveis de desempenho e comprometimento com a organização. A percepção de que o trabalho está associado a importantes virtudes e valores pessoais em coerência com os valores da empresa, cria uma relação forte entre a organização e seus colaboradores. Finalmente, a percepção de que o trabalho realizado tem uma relação e um sentido de comunidade faz com que o indivíduo se sinta importante e responsável por seu grupo e por sua comunidade. Somente a partir da existência e da percepção por todos desse propósito é que se pode definir metas e objetivos para o grupo e para cada indivíduo. O objetivo é a concretização da causa, do propósito. É pelo objetivo que se estabelece e quantifica o que se pretende conquistar. O objetivo é o “o que” fazer. O objetivo tem que ser coerente com o propósito. Somente a partir da fixação dos objetivos é que se pode estabelecer metas. Uma meta é a quantificação do objetivo, é o “o quanto” fazer. As metas definidas para cada colaborador devem ser coerentes com o objetivo, caso contrário, haverá um desperdício de esforços e recursos. Uma das metodologias mais em uso atualmente para fixação de metas é conhecida como OKR, “objectives and key results”. O método ganhou fama por ter sido utilizado com muito sucesso no plano estratégico que suportou o crescimento do Google. O método, no entanto, pode ser utilizado também com sucesso por pequenas e médias empresas. De forma simplificada pode se dizer que OKR é uma fórmula para definir uma sequência de metas de curto prazo, para gerenciar tarefas de curta duração como as estabelecidas nas metodologias ágeis, como no Scrum e Squad. Realizar planejamentos com métricas de longo prazo é impraticável dada a velocidade com que as condições do mercado se alteram. No OKR se tem dois principais componentes: objetivos e resultados-chaves. Os objetivos apresentam uma direção clara do que a empresa pretende conquistar. Cada objetivo deve ser formulado não apenas para tornar claro o que se pretende atingir, mas também para manter todos engajados na missão. Os resultados-chave são as metas de curto prazo com impacto direto no atingimento do objetivo caso seja realizada com sucesso. O ideal é ter-se de dois a cinco resultados-chave ou metas por objetivo. Os resultados-chave servem como parâmetro para se determinar o quanto se está perto de alcançar um objetivo. São metas menores que ajudam diretamente na conquista do alvo principal. Eles são usados não só como uma ferramenta de gestão, mas também como meios de comunicação pois auxiliam na criação de foco e alinhamento do esforço de toda a equipe em torno de um objetivo. O acompanhamento e controle do atingimento das metas, resultados-chaves, deve ser feito diariamente em encontros rápidos ou até mesmo por simples trocas de mensagem. É fundamental que seja diário. Finalmente, somente a partir da existência de um propósito, dos recursos necessários e da fixação dos objetivos e resultados- chaves é que se pode, então, estruturar um processo efetivo de motivação e mobilização de pessoas. No processo de motivação é importante ressaltar que, pela teoria das necessidades, há três necessidades humanas básicas para a mobilização, que são; a necessidade de realização, de poder e de pertencimento. As pessoas têm desejo de realizar-se. Também precisam receber aprovação pelo seu desempenho, e de como são percebidos pelo grupo. Além disso, tem necessidade de poder, de exercer influência sobre as demais pessoas de seu grupo. Este desejo de comando pode até ser maior do que o de ser reconhecido pelo resultado de seu trabalho. Finalmente, um indivíduo busca ser aceito, acolhido e ter a cooperação do grupo. Em resumo esse processo de mobilização e motivação pode ser condensado em cinco grandes pontos ou passos. O primeiro ponto é o conceito de comunidade, o sentimento de pertencer a um grupo, a uma equipe, a um projeto. Outro ponto é a comunicação, que responde e atende à necessidade do indivíduo de se sentir informado, sabendo o que faz, por que faz, para quem e para que faz e, sobretudo, que resultados são esperados do grupo como um todo e dele em particular. O terceiro fator é permitir que as pessoas se sintam importantes na comunidade. O quarto ponto é a percepção clara de ter sido escolhido na definição dos participantes da equipe. É ilusão tentar mobilizar pessoas que tenham posturas e valores divergentes dos esperados pelo projeto e pelo grupo. O último e talvez o mais importante fator mobilizador é o reconhecimento e a recompensa pelo esforço e pelo atingimento de resultados. Isso responde às fundamentais necessidades humanas; buscar o prazer e a evitar a dor. Mas vamos ficar por aqui. O detalhamento de cada um destes passos é longo e merece um outro artigo. Gilberto Guimarães é diretor da GG Consulting e professor Esta coluna se propõe a responder questões relativas à carreira e a situações vividas no mundo corporativo. Ela reflete a opinião dos consultores e não a do Valor Econômico. O jornal não se responsabiliza nem pode ser responsabilizado pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso dessas informações. >> Envie sua pergunta, acompanhada de seu cargo e sua idade, para: diva.executivo@valor.com.br Como liderar a equipe no home office aos 32 anos? Como lidar com o lado psicológico da equipe?
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Combater ‘nacionalismo da vacina’ será prioridade, diz nova chefe da OMC

Combater o chamado "nacionalismo da vacina" - em que países barram a exportação para imunizar primeiro seus habitantes - será prioridade para a economista nigeriana Ngozi Okonjo-Iweala, 66, que foi confirmada nesta segunda (15) diretora-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC). Seu mandato vai até 31 de agosto de 2025. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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