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Oito ex-procuradores gerais assinam nota em defesa das eleições

<div class="media_block"></div> <img src="https://s2.glbimg.com/g8WwruwJNsZKzoVPjRXwdiMuu1Q=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/9/v/FGHocMSYyrRVB9xpj7Lw/250a-zona-eleitoral-da-lapa-eleicoes-2020-sao-paulo1511202840.jpg" /><br /> Manifestação ocorre após Bolsonaro colocar em xeque a realização das eleições de 2022 e o procurador-geral da República não se manifestar Oito ex-procuradores gerais da República assinaram uma nota hoje em defesa do sistema eleitoral brasileiro. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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FT: Branson dilapidou fortuna em mais de US$ 1 bi para chegar ao céu

<div class="media_block"></div> <img src="https://s2.glbimg.com/W_osfa1jElEzPERLm1aaosBPMIQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/7/G/561TdRQyqoP9cei5WAvg/bbbb779bf59543f2872ccd0561aed37c-baba3.jpg" /><br /> Richard Branson tocou o limite do céu na manhã de hoje, realizando assim uma ambição de toda a vida e saindo na frente do concorrente Jeff Bezos na corrida para abrir o espaço suborbital ao turismo comercial. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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Brasil registra 1205 mortes por Covid-19 nas últimas 24h

<div class="media_block"></div> <img src="https://s2.glbimg.com/KrmeUbEak2RuvIjBBlTeNQZfd_s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/K/f/4R4jGoTIykScWi3SpezQ/covid19-coronavirus-virus-laboratorio-variante-tumisu-pixabay.jpg" /><br /> Já a média móvel de mortes nos últimos 7 dias chegou a 1.321 – o menor registro desde o dia 2 de março O Brasil registrou 1.205 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com dados divulgados neste sábado pelo Ministério da Saúde. Segundo o balanço, o total de óbitos subiu para 532.893. Já número de casos foi de 48.504, totalizando 19.069.003. São Paulo é o Estado que mais registrou mortes, com 132.065. Em seguida está o Rio, com 56.755, e Minas, com 47.942 óbitos. Já conforme levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias chegou a 1.321 – o menor registro desde o dia 2 de março (quando estava em 1.274). Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -20% e aponta tendência de queda. É o 14º dia seguido de queda nesse comparativo. Os números apurados pelo consórcio foram consolidados às 20h deste sábado. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.
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Commodities: Processamento de cacau diminui, e preços sobem em NY

Algodão também fechou o dia em alta; café, açúcar e suco de laranja recuaram Sob sinais de queda do processamento de cacau, a commodity valorizou-se nesta sexta-feira. Os contratos para setembro subiram 2,26%, a US$ 2.347 a tonelada. Segundo o Gepex, grupo que reúne os seis maiores processadores mundiais do produto, o processamento da amêndoa caiu 22% em junho, para 35.453 toneladas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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Nove partidos governistas assinam manifesto contra a reforma do IR

<div class="media_block"></div> <img src="https://s2.glbimg.com/UmOUOTxTGfSCjf_3ocQmhDej4ms=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2019/A/o/bmlfkUSeKLsrOMaGYzkQ/receita-ebc.jpg" /><br /> Ao todo são 190 deputados e juntos com a oposição, formada por mais 130, haveria maioria folgada para derrotar a proposta Nove partidos que costumam votar a favor da agenda econômica do governo Bolsonaro, mas articulam candidaturas alternativas à Presidência em 2022, divulgaram nota conjunta nesta quinta-feira (08) contra a proposta do governo de reforma do imposto de renda e taxação da distribuição de lucros e dividendos pelas empresas. “Os setores produtivos e a classe trabalhadora do Brasil não suportam uma proposta que aumenta a carga tributária, penaliza os investimentos e atrapalha a geração de empregos e renda. É preciso denunciar com vigor que o único objetivo do atual governo na sua ‘anti-reforma’ é engordar os cofres públicos”, disseram. A nota é assinada pelos presidentes do PSL, PSDB, MDB, DEM, Solidariedade, Podemos, Novo, Cidadania e PV. Na Câmara, esses partidos somam 190 deputados – um deles, inclusive, é o relator do projeto, o deputado Celso Sabino (PSDB-PA). Juntos com a oposição, que conta com mais 130 deputados, haveria maioria folgada para derrotar a proposta. No manifesto, os partidos dizem que a reforma tributária deve ter caráter amplo, com os princípios de simplificar o sistema e viabilizar o crescimento econômico. Eles afirmam que nos dois últimos anos a Câmara e o Senado debateram uma reforma no imposto sobre consumo, com impacto estimado de 20 pontos percentuais no PIB em 15 anos, e que “o governo preferiu boicotá-la de forma inexplicável”. As propostas de emenda constitucional (PEC) do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) foram debatidas por dois anos até que o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) apresentou seu parecer em março. A PEC, porém, foi deixada de lado e remetida para o Senado enquanto os debates ficaram concentrados numa unificação apenas de impostos federais (PIS/Cofins), na reforma do imposto de renda proposta agora e num projeto de novo Refis. Esses partidos disseram, na nota, serem contra o aumento de impostos e que reconhecem a necessidade de reorganizar o imposto de renda, mas que essas mudanças não podem ser feitas de “forma açodada” e “sob pressão do Executivo para serem votadas a toque de caixa”. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), chegou a falar em votar o projeto em menos de duas semanas, direto no plenário, sem debate pelas comissões. Para esses nove partidos, as mudanças propostas pelo governo “são alterações bruscas de rota” e “colocam em risco a sobrevivência de pequenas e médias empresas”, o que prejudicará a economia em geral. “Nós, partidos em favor do equilíbrio e do debate dos problemas reais do País, temos a obrigação de nos posicionar contra atitudes populistas, marcadamente antidemocráticas e que não envolvam a ampla participação de todos os setores da sociedade brasileira”, escreveram. O manifesto foi divulgado hoje (08) após uma reunião de parte dos dirigentes desses partidos em Brasília. A intenção é, nos próximos dias, apresentar uma proposta alternativa ao projeto do governo.
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STF responde a críticas de Bolsonaro e diz que liberdade de expressão deve conviver com respeito às instituições

<div class="media_block"></div> <img src="https://s2.glbimg.com/M_XbzjrjDYokBdNckrQl7h7MTC0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/v/s/OXK5l2Ry2LSGr8IuinEw/predio-do-stf-em-brasilia-stf-divulgacao.jpg" /><br /> Nesta quarta-feira, Bolsonaro voltou a criticar a articulação feita pelo ministro Luís Roberto Barroso e outros ministros contra o voto impresso O Supremo Tribunal Federal (STF) respondeu, em nota, aos ataques feitos pelo presidente Jair Bolsonaro a ministros da Corte, especialmente a Luís Roberto Barroso, que também preside o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). "O STF rejeita posicionamentos que extrapolam a crítica construtiva e questionam indevidamente a idoneidade das juízas e dos juízes da Corte", diz o texto. Para a Corte, "a liberdade de expressão, assegurada pela Constituição a qualquer brasileiro, deve conviver com o respeito às instituições e à honra de seus integrantes, como decorrência imediata da harmonia e da independência entre os Poderes". Após a nota do Supremo, o TSE também se manifestou. "A Secretaria de Comunicação do Tribunal Superior Eleitoral informa que o ministro Luís Roberto Barroso está num compromisso acadêmico fora do Brasil e pediu para não ser incomodado com mentiras e miudezas." Nesta quarta-feira (07), em entrevista à Rádio Guaíba, de Porto Alegre, Bolsonaro voltou a criticar a articulação feita por Barroso e outros ministros contra o voto impresso. "A democracia se vê ameaçada por parte de alguns de toga que perderam a noção de onde vai seus deveres e direitos. Quando você vê o ministro Barroso ir ao Parlamento negociar com as lideranças partidárias para que o voto impresso não fosse votado na comissão especial, o que ele quer com isso? Fraude nas eleições", disse. Leia mais: Bolsonaro confirma intenção de indicar André Mendonça ao STF O presidente insinuou que o ministro atua por "interesse pessoal" e que ele estava interferindo em outros Poderes. Sem citar nomes, ele acusou Barroso de negociar voto para arquivar processo. “E o STF agora, não o STF, mas um ministro talvez, talvez esteja negociando isso com alguns partidos políticos. ‘Olha, vamos arquivar os teus processos aqui, vamos dar um tempo, e você vota contra o voto impresso’.” Bolsonaro também voltou a dizer que pode não aceitar o resultado da eleição, caso seja derrotado em 2022. “Eles vão arranjar problemas para o ano que vem. Se esse método continuar aí, sem inclusive a contagem pública, eles vão ter problema, porque algum lado pode não aceitar o resultado. Esse lado obviamente é o nosso lado, pode não aceitar esse resultado." Por fim, também criticou posições de outros ministros fazendo ilações contra Edson Fachin, Rosa Weber, Cármen Lúcia e Marco Aurélio Mello.
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Renan pede para STF anular relatório da PF que o indiciou por corrupção e lavagem

<div class="media_block"></div> <img src="https://s2.glbimg.com/Btr_aiXqzZLmWyWF5e7yumMm-8I=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/S/Y/1nyzHOQG6nkcr6lXyyvA/46953817141-752d03157a-o.jpg" /><br /> Renan é suspeito de receber R$ 1 milhão em propina da Odebrecht para interferir em resolução que diminuiu a alíquota de ICMS de importação dos Estados O senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI da Covid, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a anulação do relatório da Polícia Federal (PF) que o indiciou por corrupção passiva e lavagem de dinheiro na última quinta-feira (1ºde julho). A defesa alega que, de acordo com a jurisprudência do próprio Supremo, o indiciamento realizado diretamente pela PF é ilegal quando a autoridade tem foro especial na Corte, como é o caso do parlamentar. As conclusões da PF foram enviadas ao tribunal depois que o relator do caso, ministro Edson Fachin, cobrou um desfecho para o inquérito. A investigação já havia sido prorrogada oito vezes. Nesse processo, Renan é suspeito de receber R$ 1 milhão em propina da Odebrecht para interferir no texto de uma resolução que diminuiu a alíquota de ICMS de importação dos Estados - pauta que acabou beneficiando a Braskem, braço petroquímico do grupo. Renan é suspeito de receber R$ 1 milhão em propina da Odebrecht Pedro França/Pedro França/Agência Senado A investigação tramita desde 2017. Passados mais de quatro anos, a Procuradoria-Geral da República (PGR) ainda não decidiu se deve ou não denunciá-lo. A demora já levou o STF a arquivar, por conta própria, uma série de inquéritos - inclusive da Operação Lava-Jato. Em 2018, a Segunda Turma entendeu que há constrangimento ilegal quando uma investigação dura tempo demais sem que haja oferecimento de denúncia por parte do Ministério Público (MP). Porém, no caso do inquérito contra Renan, isso ainda não ocorreu. Os advogados do senador afirmam que o indiciamento deve ser invalidado, por ter usurpado a competência do Supremo. De acordo com a defesa, os prejuízos do relatório da PF já são "de ordem irreparável", já que o indiciamento já foi amplamente divulgado pela imprensa, causando constrangimento ilegal ao parlamentar. Além do pedido de nulidade do indiciamento, os advogados também pedem que os autos sejam remetidos ao MP "para análise de eventual crime de abuso de autoridade" por parte do delegado Vinícius Venturini, que assina o relatório. Procurada, a PF preferiu não comentar. Fontes da corporação afirmam, entretanto, que a autoridade policial apenas apontou os elementos que justificam o aprofundamento das investigações. O advogado Luís Henrique Machado, que representa Renan, afirma que a PF não tem competência para indiciar senador da República sem o aval do Supremo. "Trata-se de erro grosseiro", diz. A Odebrecht afirma que tem colaborado com a Justiça desde 2016 por meio de uma série de acordos celebrados órgãos e autoridades brasileiras, como o MP e a Advocacia-Geral da União (AGU), e estrangeiras.
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Demanda por voos da Gol cresce 282% em junho

<div class="media_block"></div> <img src="https://s2.glbimg.com/Qd_0qtKYORf4BMiwkAoG6TFjAVc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2020/v/t/hgI6U5QBSV4zEqi20RbQ/aeronave-ng-logook1.jpg" /><br /> Já a oferta, medida pelo indicador assento por quilômetro oferecido (ASK), cresceu 260% no comparativo anual A demanda medida por passageiros por quilômetros pagos transportado (RPK, na sigla em inglês) da Gol cresceu 282% em junho, em relação ao mesmo período de 2020. A companhia divulgou nesta segunda-feira (5) sua prévia operacional do último mês. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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Estudo aponta risco de elitização do carro elétrico no Brasil

Cenário provável é automóvel híbrido-etanol produzido internamente e importação de elétricos Se os caminhos da indústria brasileira e da transformação digital do século XXI não forem orientados para a mobilidade urbana inclusiva e com redução de desigualdades, a tendência é de retrocessos. Os principais riscos são perda de empregos, continuidade de produção de carros poluidores, dependência externa para o fornecimento de veículos elétricos, maior elitização do automóvel e falência do sistema de transporte público atual. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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MP da crise hídrica repete Eletrobras e ganha ‘jabutis’

<div class="media_block"></div> <img src="https://s2.glbimg.com/GAjOH-h-DIi1XifxT5evExOJPHk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/H/t/PdlRLBRGeoqYSzaCoNpA/1102698-belom7-1.jpg" /><br /> A medida provisória que prevê ações emergenciais para evitar racionamento recebeu 248 emendas no Congresso Depois do festival de “jabutis” incluídos no projeto de privatização da Eletrobras, a MP 1.055 — medida provisória que prevê ações emergenciais para evitar um racionamento de energia — recebeu 248 emendas no Congresso Nacional. Algumas delas seguem a mesma lógica: definir uma reserva de mercado para determinadas fontes de eletricidade, como ocorreu com térmicas a gás natural na MP da Eletrobras. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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