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Kit covid não tem indicação para tratar doença, afirma Teich na CPI

<div class="media_block"></div> <img src="https://s2.glbimg.com/8hiMRVSwbc4X561VDGtQoGyglGg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/5/V/TXDZpPQ6yhtYkEMdByRA/92747457-comiss-c3-a3o-20parlamentar-20de-20inqu-c3-a9rito-20da-20pandemia-20cpipandemia-20realiza-20oitiva-20do-20ex-ministro-20de.jpg" /><br /> “Se você for usar tudo que você acha que vai funcionar para todo mundo, você vai causar um mal enorme", disse o ex-ministro após série de questionamentos de senadores governistas Os senadores da base governista na CPI da Pandemia fizeram uma série de questionamentos ao ex-ministro Nelson Teich para induzi-lo a, de alguma forma, defender o uso de medicamentos sem comprovação científica no combate à covid-19, como a cloroquina, que virou uma bandeira do presidente Jair Bolsonaro. Mas não funcionou. Perguntado pelo senador Marcos Rogério (DEM-RO) sobre sua visão sobre o “kit covid”, Teich foi direito: “Não tem indicação para covid. São medicamentos que não funcionam”. Leia também: Distribuição de cloroquina pelo governo não passou pelo Ministério, diz Teich à CPI Jefferson Rudy/Agência Senado Rogério tentou ainda constranger Teich, questionando se médicos que recomendam cloroquina cometem crime ou lhes falta ética – colocando o ex-ministro na posição de criticar colegas. “Acredito que eles, com a informação que temos hoje, é difícil eu julgar em relação a crime. Em relação à parte ética, acreditam no que está fazendo, mas a prescrição é inadequada.” Antes, o senador Eduardo Girão (Podemos-CE) tentou emplacar a tese de que a comunidade médica está “muito dividida” sobre o uso de medicamentos sem comprovação científica e seria preciso respeitar a “autonomia” de cada profissional de saúde. Teich não embarcou. “Se você for usar tudo que você acha que vai funcionar para todo mundo, você vai causar um mal enorme. Existe uma qualidade metodológica e técnica que tem de ser seguida. Minha indicação do remédio depende de ter comprovação de funcionamento. Autonomia médica assume que todo médico tem conhecimento máximo sobre o que faz. Se isso não é verdade, quando você permite que se use de forma adequada os recursos, isso prejudica a sociedade”, afirmou o ex-ministro.
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Relator acata texto do Senado e quer votar na quarta projeto que reedita Pronampe

Apesar da disposição do relator, renovação do programa ainda enfrenta um impasse, já que a equipe econômica quer disponibilizar R$ 5 bilhões para a medida, e parlamentares da base aliada defendem R$ 10 bilhões Relator do projeto que reedita Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) na Câmara, o deputado Joaquim Passarinho (PSD-PA), afirmou que espera que o texto seja apreciado pelo plenário da Câmara na quarta-feira. Ao Valor, o parlamentar do PSD disse que adotou no parecer o texto aprovado pelo Senado. Apesar da disposição do relator, a renovação do programa ainda enfrenta um impasse, já que a equipe econômica quer disponibilizar R$ 5 bilhões para a medida, enquanto parlamentares da base aliada defendem que esse valor suba para R$ 10 bilhões. Na semana passada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, sinalizou, em conversa com os deputados Efraim Filho (DEM-PB) e Elmar Nascimento (DEM-BA), que o formato da reedição do Pronampe está nas mãos do Poder Legislativo. Ao Valor, Efraim disse que o chefe da equipe econômica indicou que, se a Câmara se comprometesse a votar rapidamente o projeto que torna o Pronampe uma política oficial de crédito de forma permanente, o governo abriria mão de encaminhar uma Medida Provisória (MP) que trata do relançamento do programa. Senadores aprovaram o texto em março e encaminharam para apreciação dos deputados. “O Pronampe ainda é ponto de divergência, se vem via MP ou se votaremos o projeto de lei que já foi aprovado pelo Senado. Guedes afirmou que o governo está à disposição para negociar. Ele resolveu esperar se a Câmara se compromete a votar o projeto no curto-prazo”, afirmou Efraim, que é líder do DEM na Câmara. A sugestão foi vista por parlamentares como um aceno de que a equipe econômica quer evitar atropelos ao Poder Legislativo e dar protagonismo a eles. Recentemente, congressistas e integrantes da pasta comandada por Guedes protagonizaram embates em torno do Orçamento. Em entrevista, o ministro da Economia reforçou na semana passada que o governo quer relançar o Pronampe. O secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, afirmou que “há ainda R$ 5 bilhões ou R$ 6 bilhões para o Pronampe” e que “são medidas que continuarão ajudando a retomada”. Com R$ 6 bilhões de recursos, a expectativa é que os empréstimos para empresas batam R$ 20 bilhões. De acordo com projeto de lei em tramitação na Câmara, as instituições financeiras poderão emprestar crédito no âmbito do programa com taxa de juros anual máxima de 6% ao ano mais a Selic. Para os empréstimos tomados no ano passado, quando o programa ainda era considerado uma medida emergencial, a taxa era de 1,25% mais a Selic.
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J.P. Morgan eleva projeção para a Selic de 5,5% para 6,5% no fim deste ano

<div class="media_block"></div> <img src="https://s2.glbimg.com/NaCIL3H_6w3BiCjsyV01lNTxn0M=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2019/0/a/Fqj7jWTGSPEDmnQdBUVQ/foto23opin-201-col-op1-a12.jpg" /><br /> O J.P. Morgan também elevou sua estimativa para o IPCA neste ano para 5,3%, acima, portanto, do teto da meta de inflação O ambiente de pressões inflacionárias mais fortes no curto prazo, uma retração menor da atividade do que o esperado e o viés de alta nas expectativas de inflação de médio prazo devem fazer com que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central precise dar “um passo adiante” e entregar uma normalização completa dos juros aliada a uma retórica mais favorável ao aperto monetário (“hawkish”). A avaliação é dos economistas Cassiana Fernandez e Vinicius Moreira, do J.P. Morgan, cuja projeção para a Selic no fim deste ano foi elevada de 5,50% para 6,50%. “As informações que chegam sugerem mais evidências de desancoragem das expectativas de inflação para o próximo ano”, afirmam, em relatório enviado a clientes. O primeiro ponto citado pelos economistas está nas maiores pressões inflacionárias de curto prazo de fatores domésticos, como energia e preços administrados, e o aumento dos preços internacionais de commodities. O J.P. Morgan, inclusive, também elevou sua estimativa para o IPCA neste ano para 5,3%, acima, portanto, do teto da meta de inflação. O segundo ponto defendido pelos economistas está nas notícias mais recentes sobre mobilidade, que apontam para uma retração da atividade “menor do que temíamos, aumentando os riscos para nossas projeções de atividade de curto prazo”. Já o último ponto, está nas expectativas de inflação de médio prazo, que continuam em alta. “Enquanto a mediana para o IPCA de 2022 tem girado em torno de 3,60%, nas últimas semanas, a medida de alta frequência das projeções que foram revisadas na última semana já está em 3,69%, mesmo que assuma taxa Selic de 6,25% ao final do próximo ano.” Fernandez e Moreira notam, ainda, que o formato de distribuição de frequência das estimativas de inflação para 2022 “mostra que há um claro viés altista, com uma concentração preocupante em torno da faixa de 3,86% a 4,26%, além da mediana em 3,61%”. Para o próximo ano, o J.P. Morgan projeta que o IPCA ficará em 3,7%. Nesse contexto, os economistas acreditam que o BC não deve apenas intensificar o tom do comunicado nesta semana e excluir a indicação de ajuste parcial, “mas também deverá entregar uma normalização total do ciclo até o fim de 2021, a despeito do hiato do produto aberto e da alta taxa de desemprego”. Após a reunião de maio, o J.P. projeta mais duas elevações de 0,75 ponto na Selic, seguidas de mais três aumentos de 0,50 ponto entre setembro e dezembro. Luis Ushirobira/Valor
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Brasil é apontado como vilão ambiental até em briga de terceiros na OMC

Em defesa contra a UE, Indonésia retrata Brasil como um país que de fato destrói o ambiente O Brasil é apontado agora como vilão ambiental inclusive por países que tentam se defender de acusações contra falta de sustentabilidade na sua produção, como acontece em uma disputa entre a Indonésia e a União Europeia (UE) na Organização Mundial do Comércio (OMC). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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Trabalho da CPI da covid-19 não vai dar em pizza, diz presidente da comissão

<div class="media_block"></div> <img src="https://s2.glbimg.com/QbBBc5RzeqktSLR2SfTNR0plSQM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/N/F/whyoQpToKdsQie46K2Vg/51147446019-9d1656ebe9-o.jpg" /><br /> Omar Aziz afirmou que 'não dá pra dar em pizza mais de 400 mil mortes' Presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da covid-19, o senador Omar Aziz (PSD-AM) disse neste sábado que o trabalho da comissão “não vai dar em pizza”. Ele havia sido questionado sobre o fato de o presidente Jair Bolsonaro ter dito não estar preocupado com as investigações e sobre a fala do senador Ciro Nogueira a empresários de que a CPI não atingirá o presidente. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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Resultados do 1º trimestre nos dão certeza de crescimento, diz presidente da Unidas

<div class="media_block"></div> <img src="https://s2.glbimg.com/uYynp0hu82rj0TJMxGupCwSYsHE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/Y/G/wPazJDSEO6yt9Yfdty2g/foto25emp-201-undas-b8.jpg" /><br /> “Fizemos um trabalho muito forte nos últimos anos. Hoje, esse crescimento é muito forte, sustentável e vindo de todos os canais”, disse Luís Fernando Porto Os resultados do primeiro trimestre do segmento de gestão e terceirização de frota (GTF) e a crescente demanda dão, segundo a Unidas, certeza de crescimento do setor, disse nesta sexta-feira (30) o presidente da companhia, Luís Fernando Porto. A receita de terceirização de frotas cresceu 35,2% neste trimestre, atingindo o montante de R$ 395,3 milhões. A margem Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) do segmento atingiu o montante de 67,5%. “Fizemos um trabalho muito forte nos últimos anos. Hoje, esse crescimento é muito forte, sustentável e vindo de todos os canais”, disse Porto, citando as divisões de veículos especiais e o serviço Unidas Livre como operações de bom desempenho. Na comparação com o segmento rent a car (RAC, sigla em inglês para locação no varejo), o GTF se mostrou mais resiliente, embora o lockdown tenha tido impacto na logística da operação. Divulgação Recorde de diárias Embora o segmento de RAC tenha alcançado recorde no número de diárias — 4,6 milhões—, o presidente executivo da Unidas disse que o setor teve seu crescimento no primeiro trimestre limitado pela falta de veículos e pelas restrições de mobilidade e atividades econômicas em algumas cidades por causa da covid-19. “Temos restrição do número de carros e, aliados à estratégia, subimos muito a taxa de ocupação. Percebemos que é muito rentável nesse negócio trabalharmos com taxa de ocupação mais alta”, disse Porto, na teleconferência de resultados. Segundo o executivo, a desaceleração no RAC foi sentida mais no fim do primeiro trimestre, em março, quando a restrição de atividades ficou mais intensa. A queda das operações desse segmento foi de cerca de 15%. “Mas todos os nossos segmentos de vendas no RAC estão performando melhor do que no ano passado. É uma questão de tempo para que tenhamos mais carro e volte a acelerar. Não é um problema de demanda.” O executivo diz que os números do segmento devem ser impulsionados no segundo semestre, com o avanço da vacinação e melhoria na entrega das montadoras. Hoje, o tempo estimado é de 90 dias a 120 dias para a maioria dos carros, mas, em alguns modelos, pode chegar a seis meses. “Temos uma curva crescente de entrega de veículos e acreditamos que vai ser um momento especial, com aeroportos mais ativos e retomada de atividades nas cidades.” Ainda de acordo com Porto, a Unidas não teve atrasos na entrega de carros nesses primeiros quatro meses, apesar dos longos prazos. Segundo o executivo, esses contratos e o cumprimento das entregas traz segurança para os planos da empresa neste ano. “A frota deve melhorar em nível de crescimento nos próximos trimestres e em renovação”, disse. A companhia diz que recebeu o número de veículos que estava dentro do orçamento e combinado com locadoras. Neste trimestre, a Unidas investiu R$ 1,1 bilhão em aquisição de novos veículos, o equivalente a 15,9 mil carros. “Manutenção de entregas de carros nos dá tranquilidade para crescer frota”, disse o presidente. Depreciação Porto também disse aos analistas que o mercado pode esperar aumento de depreciação nos próximos trimestres, mas que isso não deve impactar a margem das operações da companhia, em especial no segmento de Seminovos. “Apesar dos preços dos carros usados se manterem altos, queremos e vamos ter um ciclo longo de boa margem nos seminovos. Vai demorar muito para ver margem Ebitda no seminovos próxima de 0% ou 1%”, disse o executivo. No primeiro trimestre deste ano, a margem Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos e depreciação) da categoria chegou a 14,1%, ante uma margem negativa de 0,6%. O executivo argumenta que a depreciação é a melhor maneira de ser conservador em uma locadora e diz que a Unidas usa a taxa de depreciação para planejar as margens futuras de seminovos e rent a car. “A cada evolução do aumento dos preços dos carros usados fomos diminuindo a depreciação. Cada canal movimentamos de uma maneira porque a dinâmica é diferente e fazemos isso carro a carro.” No trimestre, a depreciação por veículo operacional no aluguel e franquias caiu 30,7% para R$ 2 mil e 33,4%, para 2,6 mil, por veículo operacional na gestão e terceirização de frotas.
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Plano da França para flexibilizar “lockdown” começa no dia 3 de maio

<div class="media_block"></div> <img src="https://s2.glbimg.com/CMAUQJ5Hde8QJVQWNakO9v9b6Jg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/n/X/QHVRA5QJW3Wer2B9BJsw/ap21109616423448.jpg" /><br /> França também deve usar o chamado passaporte covid para permitir a entrada da população em grandes eventos Jornais franceses revelaram nesta quinta-feira os planos do governo para flexibilizar gradualmente o terceiro “lockdown” adotado pelo país para combater a covid-19. A expectativa era que detalhes das medidas fossem divulgadas apenas amanhã, mas o cronograma foi antecipado por alguns jornais após uma entrevista concedida pelo presidente do país, Emmanuel Macron. Na conversa, ele também revelou que a França deve usar o chamado passaporte covid para permitir a entrada da população em grandes eventos. O plano, que começa a ser implementado na próxima segunda-feira e vai até o dia 30 de junho, tem quatro fases. Na primeira delas, lojas não essenciais ainda continuarão fechadas, mas as restrições às viagens regionais serão suspensas. Escolas secundárias e universidades de médio porte também voltam a receber alunos. O toque de recolher noturno adotado em todo o país será reduzido na segunda fase, que começa em 19 de maio, quando passará a entrar em vigor às 21h. Na mesma data, todo o comércio poderá reabrir, assim como museus, cinemas, teatros, centros esportivos e estádios, todos com capacidade reduzida. Bares, cafés e restaurantes serão autorizados a atender clientes em espaços externos, com limitações no número de pessoas por mesas. A partir de 9 de junho, o toque de recolher começará às 23h. Medidas para priorizar o home office serão suavizadas. Restaurantes, cafés e bares poderão abrir espaços internos, atendendo no máximo seis pessoas por mesa. Estabelecimentos culturais e esportivos poderão receber até 5 mil pessoas, desde que elas estejam portando o passaporte covid. Turistas estrangeiros que também possuírem o documento serão autorizados a visitar a França. A fase final do plano está prevista para 30 de junho, quando o toque de recolher noturno será suspenso. Qualquer evento com mais de 1.000 pessoas será permitido, desde que o público também possua o passaporte covid. Boates, no entanto, continuarão fechadas. Na entrevista, Macron também revelou que o plano prevê um “freio de emergência”, que permitirá que o governo recue na flexibilização caso os casos de covid-19 voltem a subir. Ele ressaltou que as datas são provisórias e podem ser alteradas em algumas regiões se a situação da pandemia não melhorar. Paris Lewis Joly/AP
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Para integrante da CPI, áudio de Ramos mostra ‘constrangimento’ em contrariar Bolsonaro sobre vacina

<div class="media_block"></div> <img src="https://s2.glbimg.com/7bZv0xrctDqWqR4q12cxD50NKRA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/1/d/akBqMFQpyJ38131a833Q/senado-cpi002.jpg" /><br /> Para o senador Otto Alencar, o áudio mostra que o Ramos não contou que se vacinou para não contrariar o chefe A declaração do ministro da Casa Civil, general Luiz Eduardo Ramos, de que tomou "escondido" a vacina contra a covid-19 repercutiu entre os senadores que integram a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia. O senador Otto Alencar (PSD-BA) disse que o áudio revelou o "constrangimento" do ministro ao se imunizar. Na visão do parlamentar, Ramos parecia não querer contrariar o presidente Jair Bolsonaro. Por conta disso, o senador disse que fará um apelo, no âmbito da CPI, para que o chefe do Executivo tome a vacina como forma de "dar o exemplo". "Todos os presidentes, os estadistas do mundo, tomaram a vacina para dar o exemplo e recomendaram o mesmo, participaram de ações do tipo. O presidente francês fez isso, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fez isso. O Bolsonaro não [fez isso], não tomou a vacina, não usa a máscara. A vacina é o remédio mais barato, custa dez dólares, muito mais barato do que um leito de UTI. O áudio mostra que o Ramos não contou que se vacinou para não contrariar o chefe, por constrangimento. Eu faço um apelo ao presidente para que ele tome a vacina. Espero que, no âmbito da CPI, a gente consiga convencê-lo a tomar a vacina", disse. Otto Alencar admitiu que a decisão do Bolsonaro tem impacto sobre seus eleitores. "Quando um líder não toma a vacina, seus liderados também não tomam", afirmou. O senador evitou, no entanto, falar em qualquer responsabilização do presidente da República neste momento. "Isso [responsabilização do presidente] cabe à CPI, não cabe a mim dizer", complementou. O senador do PSD também rechaçou a possibilidade de convocação do ministro por parte da CPI. Mais cedo, o Valor apurou que o áudio do Ramos foi interpretada por membros da CPI como "mais um indício" de que Bolsonaro é o elemento central da política antivacina conduzida pelo Palácio do Planalto. Ramos não sabia que a reunião estava sendo transmitida ao vivo e disse que tentava convencer o próprio presidente a tomar o imunizante. "Estou envolvido pessoalmente tentando convencer o nosso presidente, independente de todos os posicionamentos, que nós não podemos perder o presidente para um vírus desse. A vida dele, no momento, corre risco, ele tem 65 anos [na verdade, 66]", afirmou o ministro, durante reunião do Conselho de Saúde Suplementar, sem saber que o áudio estava aberto ao público. Na avaliação de fontes próximas aos comando da CPI, o fato evidencia que Bolsonaro é a principal "resistência à vacina" dentro do Executivo. Outra interpretação feita por integrantes da comissão de inquérito é que a política de vacinação, adotada pelo governo apenas recentemente, "não para em pé". "Ramos pode ser mais uma prova disso", disse uma fonte. Otto Alencar Reprodução/TV Senado
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Contas de luz atrasadas serão corrigidas pelo IPCA, não mais pelo IGP-M, diz Aneel

<div class="media_block"></div> <img src="https://s2.glbimg.com/pJYdb1DJj2xuf0Qsh4QSQKiT-tI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2020/r/c/88nQp1TkCzOgsntmij5g/light-1913291-1920.jpg" /><br /> Segundo o diretor Sandoval Feitosa Neto, o IGP-M está sujeito à “grande volatilidade” e alcançou variação de mais de 31% nos últimos 12 meses, e o IPCA aumentou cerca de 6% no mesmo período A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu nesta terça-feira (27) que as contas de luz que atrasarem a partir de 1º de junho serão corrigidas pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), não mais pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M). Ao submeter a proposta à votação do comando da agência, o diretor Sandoval Feitosa Neto frisou que o IGP-M está sujeito à “grande volatilidade”, tendo alcançado uma variação de mais de 31% nos últimos 12 meses. Por outro lado, o IPCA, que ele considera um índice “estabilizado”, aumentou cerca de 6% no mesmo período. "A Aneel não pode deixar que os consumidores que não conseguirem pagar suas faturas em dia sejam submetidos à taxa de atualização tão elevada. Isso se traduziria em maiores dificuldades, inadimplências e aumentaria ainda mais o impacto da pandemia para os consumidores mais pobres e do setor produtivo", afirmou Sandoval, na reunião pública de diretoria. A troca do indexador também foi considerada pela Aneel na atualização de compensações financeiras devidas pelas distribuidoras aos consumidores — na forma de descontos na fatura —, quando descumpre indicadores de qualidade na oferta do serviço. Tanto as compensações como os cortes de luz de consumidores inadimplentes foram suspensos em caráter temporário na pandemia. Os valores, porém, deverão ser pagos e corrigidos pelo novo indicador. Pixabay
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ONS descarta possibilidade de racionamento de energia no Brasil

<div class="media_block"></div> <img src="https://s2.glbimg.com/e8YxGTt59LBFRRc_7iL7EDvPcac=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2020/7/j/1WuAYHRJGPM0aMY4nKpA/148-carrossel.jpg" /><br /> Os reservatórios das hidrelétricas encerraram o mês de março com nível médio de armazenamento bastante delicado O diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Luiz Carlos Ciocchi, afastou nesta segunda-feira a possibilidade de um racionamento de energia no país, mesmo diante da situação delicada dos reservatórios das hidrelétricas. “Temos a convicção de que estamos pilotando o sistema de forma bastante segura e compatível com a necessidade da sociedade brasileira”, afirmou, em evento virtual organizado pelo Canal Energia. Entre setembro de 2020 e março de 2021, o Sistema Interligado Nacional (SIN) enfrentou a pior afluência na série histórica dos últimos 91 anos. Os reservatórios das hidrelétricas do SIN encerraram o mês de março com nível médio de armazenamento de 45%. Ciocchi observou que, apesar das condições hidrológicas desfavoráveis, a matriz elétrica brasileira é bastante diversificada e ressaltou que o maior acionamento do parque termelétrico vem assegurando o abastecimento do país. Teresa Travassos/Divulgação/Furnas/Arquivo Para ajudar a conter os efeitos do maior despacho termelétrico sobre a conta dos consumidores, o ONS tem trabalhado junto ao Ministério de Minas e Energia (MME) para garantir preços melhores no suprimento de gás natural para as usinas. Ainda segundo o diretor-geral, o ONS tem discussões semanais com a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) sobre o uso múltiplo das águas. “Estamos avaliando se algumas restrições hídricas podem ser flexibilizadas momentaneamente para termos garantia daquela energia”.
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