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Telefônica conclui acordo para construção de rede de fibra óptica de atacado

<div class="media_block"></div> <img src="https://s2.glbimg.com/Z5Bc28usGxoCPvqmlcjTJQ0LpYU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/T/x/mcmpLiR6OmAgm6T1LggQ/vivid-3079201-1920.jpg" /><br /> Fundo canadense CDPQ investirá até R$ 1,8 bilhão em troca de participação de 50% na nova empresa, a FiBrasil, e a Telefónica Infra vai adquirir uma parcela de 25% A Telefônica Brasil informou há pouco que concluiu o fechamento do acordo feito com o fundo canadense Caisse de dépôt et placement du Québec (CDPQ) e a Telefónica Infra, sociedade sediada na Espanha, 100% controlada pela Telefónica S.A, o mesmo acionista controlador da Vivo, para “construção, desenvolvimento e exploração de rede de fibra ótica neutra e independente de atacado no mercado brasileiro por meio da FiBrasil Infraestrutura e Fibra Ótica S.A. (FiBrasil)”. A operação foi anunciada pela companhia em março. A CDPQ investirá um total de até R$ 1,8 bilhão (incluindo pagamentos para a Vivo e contribuições para a FiBrasil) em troca de uma participação de 50% na FiBrasil. A TEF Infra irá adquirir uma parcela de 25% na nova companhia, mesmo percentual detido pela Vivo após o fechamento da transação. Em nota, a empresa reiterou que a FiBrasil, que nasce como empresa líder no mercado de atacado de fibra no Brasil, começa sua operação com, aproximadamente, 1,6 milhão de casas passadas em fiber-to-the-home (FTTH), e seu plano de negócios visa atingir cerca de 5,5 milhões de lares em 4 anos, com foco em cidades médias fora do Estado de São Paulo. “A Vivo, como cliente âncora da FiBrasil, acelerará a execução de sua estratégia de crescimento no mercado de fibra, expandindo sua cobertura dos atuais 16,3 milhões de casas com tecnologia FTTH para 24 milhões, ao final de 2024, potencializando o cross selling de serviços a seus clientes, maximizando o retorno sobre o capital investido e consolidando-se como operador líder convergente no país”, disse a Telefônica Brasil.
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Commodities: Café recua em Nova York pelo terceiro dia seguido

Cacau também caiu nesta quinta; suco de laranja, açúcar e algodão fecharam em alta Nesta quinta-feira, os preços do café mantiveram sua trajetória de correção na bolsa de Nova York e recuaram pelo terceiro dia seguido. Os futuros do arábica para setembro, que são hoje os de maior liquidez, recuaram 2,1% (335 pontos), a US$ 1,564 por libra-peso. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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Com BB e Petrobras, dividendos de estatais devem ultrapassar previsão de R$ 16,9 bi

<div class="media_block"></div> <img src="https://s2.glbimg.com/-3Ki24SkHmGwcszBFY0WK2B8jJc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/f/Y/0Rd8NBQkWsrZiWpAK8oQ/20072011-dinheirobancousp008.jpg" /><br /> De janeiro a maio, as estatais transferiram R$ 13,968 bilhões em dividendos para o Tesouro Nacional, mais que o dobro do montante repassado em todo o ano de 2020 (R$ 6,577 bilhões) Com a melhora na expectativa de resultados do Banco do Brasil (BB) e Petrobras, o Tesouro Nacional já trabalha com o cenário de que vai receber mais do que os R$ 16,9 bilhões projetados em dividendos das empresas estatais neste ano. De janeiro a maio, as estatais transferiram R$ 13,968 bilhões em dividendos para o Tesouro Nacional, mais que o dobro do montante repassado em todo o ano de 2020 (R$ 6,577 bilhões). Somente em maio foram transferidos mais de R$ 8 bilhões pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco do Brasil (BB) e Caixa Econômica Federal. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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País já vive racionamento de energia por meio dos preços, diz Idec

<div class="media_block"></div> <img src="https://s2.glbimg.com/AxNWpbEOncrBhewlXFXP4_tTaDk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2019/K/D/4Ni8RNRLiwW4EDpEdUgQ/light-bulb-1640438-1920.jpg" /><br /> Instituto criticou o aumento de 52% na bandeira tarifária vermelha 2, estabelecido hoje pela Aneel O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) criticou o aumento de 52% na bandeira tarifária vermelha 2, estabelecido hoje pela diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com o aumento, a bandeira vermelha nível 2, sai dos atuais R$ 6,24, a cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos, para R$ 9,49. Segundo o Idec, a mudança mostra que o país já vive uma situação de racionamento de energia, por meio dos preços. “Ao invés de declarar de fato um racionamento e arcar com os custos políticos da medida, o governo espera que o aumento dos valores pagos pelos consumidores cumpra o papel de promover a necessária redução do consumo. O fato é que o governo deveria assumir a responsabilidade pelos atuais problemas e estabelecer políticas estruturantes de eficiência energética que reduzissem custos e ajudassem a evitar novas crises no futuro”, afirmou em nota. O Idec também criticou a concentração do poder no Ministério de Minas e Energia para a tomada de decisões relativas à crise do setor elétrico. Para ó órgão, medidas para evitar o agravamento da crise já deveriam ter sido tomadas de maneira preventiva há vários meses, como ajustes técnicos para que os preços da energia refletissem as reais condições do setor e uma revisão na metodologia das bandeiras tarifárias. “Ao descartar o uso de termos como “racionalização” e “racionamento”, o governo procura reduzir o custo político dos problemas e a real dimensão da crise hídrica que afeta não somente o setor de energia, mas o agronegócio e o setor de transporte. Ou seja, além de ser responsabilizado pelos custos, nesta crise o consumidor é indicado entre os culpados pela atual situação e responsável por seu encaminhamento”, diz o instituto em nota. Pixabay
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PF informa ao Supremo que Salles já está impedido de deixar o país

<div class="media_block"></div> <img src="https://s2.glbimg.com/LklXJhWbnyxABLRYPUn3D7LvAtM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/2/l/IGBeeOQV2A9pQoNtAYBw/86757458-bsb-20-20bras-c3-adlia-20-20brasil-20-2029-01-2020-20-20-20ricardo-20salles-20ministro-20do-20meio-20ambiente-20chegan.jpg" /><br /> Ex-ministro é alvo de dois inquéritos: um por atrapalhar apuração sobre a maior apreensão de madeira ilegal da história e outro por supostamente favorecer a exportação de madeira ilegal aos Estados Unidos e à Europa A Polícia Federal (PF) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles já está formalmente impedido de deixar o país. Na quinta-feira, a ministra Cármen Lúcia mandou o ex-ministro entregar o passaporte e oficiou a PF para incluí-lo na lista de pessoas proibidas de viajar para fora do Brasil. Salles é alvo de um inquérito no Supremo, de relatoria da ministra, por tentar atrapalhar uma apuração sobre a maior apreensão de madeira ilegal da história. Em outra frente, sob relatoria de Alexandre de Moraes, o ex-ministro é investigado por supostamente favorecer a exportação de madeira ilegal aos Estados Unidos e à Europa. O coordenador-geral de Polícia de Imigração em exercício, o delegado da PF Hugo Uruguai Bentes Lobato, afirmou ao STF que a ordem já foi cumprida. "Dando cumprimento à ordem, foi acionado o plantão do edifício sede da PF, ocasião em que foi a restrição inserida no módulo de alertas do Sistema de Tráfego Internacional", escreveu o delegado. Salles foi intimado da decisão por meio de seu advogado, Roberto Podval. O oficial de Justiça Federal Renato Macedo relatou ao STF que o fez via WhatsApp por volta das 8h da sexta-feira. Como Salles pediu demissão na quarta-feira, ele perdeu o foro especial no STF, prerrogativa a que tinha direito por ser ministro de Estado, e seus processos devem ser enviados à primeira instância. Ricardo Salles Jorge William/Agência O Globo
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Justiça anula cobrança de adicional de contribuição previdenciária

<div class="media_block"></div> <img src="https://s2.glbimg.com/U0QogoXcighABk92S1ijiOqqax8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/X/k/YC1823Q0C5HeLooAsqhw/welding-2262745-1920.jpg" /><br /> Valor passou a ser exigido de indústrias após decisão do Supremo sobre o tema Indústrias passaram a recorrer à Justiça contra cobranças milionárias referentes ao adicional da contribuição aos Riscos Ambientais do Trabalho (RAT) — a nova denominação para o Seguro de Acidente do Trabalho (SAT) —, pago quando há empregados com direito à aposentadoria especial. Um dos primeiros precedentes favoráveis foi obtido pela indústria de alimentos Parati, adquirida pela americana Kellogg Company. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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Brasileiro percebe polarização acima da média mundial

Resultado foi apurado em pesquisa global da Ipsos, que investigou a percepção das pessoas a respeito de temas com potencial de gerar tensão e polarização De cada dez brasileiros, oito concordam que há muita ou considerável tensão no país entre apoiadores de diferentes partidos políticos. O resultado foi apurado numa pesquisa global da Ipsos, que investigou a percepção das pessoas a respeito de temas com potencial de gerar tensão e polarização nas sociedades. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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Embratel protagoniza grande ação de conteúdos multiplataforma

<div class="media_block"></div> <img src="https://s2.glbimg.com/Q7YIgJWo0yqyPfGI5Ve990JQEHc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/C/o/vyze30RIy8TffpA0Q9ig/pni.jpg" /><br /> "O Próximo Nível da Inteligência" aborda as tendências tecnológicas mais relevantes de 2019 e dos próximos anos Para apoiar quem quer percorrer o caminho da inovação sem ser atropelado pela alta velocidade da transformação digital desenvolvemos esta grande ação de conteúdos multiplataforma em parceria com a Embratel. Nossa estratégia contemplou reportagens online e offline, eventos, podcasts, revista digital e postagens nas redes sociais. Foram em média 2 conteúdos por semana distribuídos ao longo de 6 meses nos canais do Valor Econômico e da Época Negócios, no site da Embratel e em plataformas como Facebook, Twitter, LinkedIn, Spotify, Deezer, iTunes, SoundCloud e Amazon. “Empresas de todos os tamanhos devem estar atentas às inovações que estão mudando cada vez mais a cara dos negócios. Ao propor conversas com grandes especialistas no assunto e ao desenvolver conteúdos de qualidade, nós queremos apoiar empresários e gestores com a melhor informação para superar os desafios que a era digital apresenta”, comenta Mariana Abreu, diretora de Comunicação da Embratel. Para Edward Pimenta, diretor do G.LAB, a empresa de soluções tecnológicas se destaca no mercado ao promover essas conversas. “A Embratel é uma marca que entendeu na primeira hora a importância de ter uma estratégia de conteúdo consistente. A longeva parceria que temos tem agora seu ponto alto com esta série de conteúdos”, analisa. Formatos Uma revista digital, que aponta as tendências tecnológicas de mais impacto nos próximos anos, deu o start em todo o projeto. Disponível no site da Embratel e nas lojas de e-books (Amazon, iTunes e Google Play), a publicação traz a visão de especialistas como a futuróloga dinamarquesa Anne-Marie Dahl e conta também com artigos exclusivos. Uma sobrecapa especial na Época Negócios lançou a ação no impresso. Na mesma revista, um infográfico em página dupla apresentou de forma ilustrativa as vantagens da solução SD-WAN, tendo como base o segmento de e-commerce. Conteúdos com o mesmo perfil seguiram as quatro edições seguintes da publicação da Editora Globo. Matérias especiais nos sites e redes sociais do Valor Econômico e da Época Negócios completam a ação de Embratel, que pretende promover conversas sobre tecnologia que façam empresas e a sociedade como um todo a avançar ao próximo nível. Podcasts Pedro Doria e Ronaldo Lemos, duas das maiores referências brasileiras sobre inovação, foram reunidos pela primeira vez em uma série de podcasts. Em conversas imperdíveis, os dois experts discutem os impactos das principais tendências tecnológicas nos negócios e na sociedade como um todo. No ar nos principais agregadores, os episódios abordam SD-WAN, cibersegurança, internet das coisas (IoT), cloud computing e omnichannel turbinado pela inteligência artificial. Ouça agora:
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STF estende suspeição de Moro para todos os processos em que ex-juiz atuou contra Lula

<div class="media_block"></div> <img src="https://s2.glbimg.com/tQkWDlrLzpyVqs7wh1TWSywHBoA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2020/O/6/tABmgqSE2nJLnE8kDvtQ/o-ministro-da-justica-e-seguranca-publica-sergio-moro-fala-a-imprensa-0424202564.jpg" /><br /> O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes concedeu a extensão da suspeição de Sergio Moro para os outros dois processos em que o ex-juiz atuou contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na 13ª Vara Federal de Curitiba -- o do sítio de Atibaia e o de doação de um imóvel para o Instituto Lula. Ele atendeu a um pedido dos advogados do ex-presidente para que todos os atos decisórios do ex-magistrado nas ações fossem considerados nulos. Moro já tinha sido considerado suspeito no caso do tríplex do Garujá - decisão confirmada nesta semana pelo plenário do STF. Os defensores de Lula argumentavam que, por isso, todos os outros processos estariam "contaminados" pela ação de Moro, já que a suspeição era dele em relação a Lula. Com a decisão, os processos voltam à estaca zero. Nenhuma das documentações levantadas ou depoimentos tomados podem ser reaproveitados em qualquer outra jurisdição. O ministro Edson Fachin já tinha anulado as sentenças contra Lula em todos os processos que tramitaram em Curitiba. Mas havia dúvida se os atos processuais poderiam ser reaproveitados em outras varas de Justiça. Em seu despacho, Gilmar Mendes afirmou que Lula foi processado nas três ocasiões em um "cenário permeado pelas marcantes atuações parciais e ilegítimas do ex-juiz Sergio Fernando Moro". Ele disse que a defesa "arguiu a suspeição em momento oportuno" e os fatos que levaram à suspeição de Moro no caso do tríplex "são compartilhados em todas as ações penais, como os abusos em conduções coercitivas e na decretação de interceptações telefônicas". Ele cita também o levantamento do sigilo da delação premiada de Antônio Palocci Filho "com finalidades eleitorais em meio ao pleito em curso naquele momento [a eleição de 2018], entre outros". O conteúdo da delação foi explorado contra o PT na campanha eleitoral. Depois da vitória de Jair Bolsonaro (sem partido), Moro aceitou o convite dele para ser ministro da Justiça. Marcello Casal JrAgência Brasil/ MArcello Casal Jr/Agência Bras
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Eduardo Bolsonaro diz que deputado terá de provar denúncia sobre pressão por Covaxin

<div class="media_block"></div> <img src="https://s2.glbimg.com/NFm2plRXfB0PF7EXaAhsYHo7j5o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2020/f/j/BfELvAR7akpZgojNOfBQ/foto02pol-201-etica-a6.jpg" /><br /> “Ou ele prova o que está falando ou vai estar em maus lençóis porque é uma acusação muito grave a que ele está fazendo”, disse o deputado Um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) afirmou que o deputado Luís Miranda (DEM-DF) precisa provar as denúncias de pressão política dentro do Ministério da Saúde para liberar a compra da vacina Covaxin e o “alerta” que ele teria feito ao seu pai sobre irregularidades. “Ou ele prova o que está falando ou vai estar em maus lençóis porque é uma acusação muito grave a que ele está fazendo”, disse. Miranda disse nesta quarta-feira que seu irmão é funcionário do ministério e recebeu pressões dos militares dentro da Pasta para acelerar a compra da vacina, cujo contrato é investigado pelo Ministério Público Federal e pela CPI da Covid-19 no Senado por suspeita de superfaturamento. O deputado afirmou que levou em março o caso ao conhecimento do presidente, que prometeu acionar a Polícia Federal, mas nunca teve um retorno. Eduardo não quis opinar sobre a denúncia, dizendo que não tem conhecimento dos fatos e nunca falou sobre o tema com o presidente. Afirmou também que Miranda nunca o procurou na Câmara e que, pelo que se lembra, não o procurou para contar de irregularidades. “Que eu sabia não. Pode ter mandado uma mensagem por Whatsaapp e eu nunca ter lido, recebo coisas demais, mas que eu sabia nunca me falou nada”, disse. Ele mostrou que o celular não tinha nenhuma mensagem de Miranda, mas afirmou que costuma apagar com frequência o histórico do aplicativo porque a memória do celular fica cheia. Daniel Marenco/Agência O Globo
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