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Em reunião com executivos, Queiroga defende reformas no sistema de saúde

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O Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta 6ª feira (11.jun.2021) que pretende adotar uma agenda de reformas para criar um sistema de saúde mais inclusivo e sustentável, depois da pandemia. Segundo fontes do mercado financeiro ouvidas pelo Estadão, ele afirmou que a crise atual exacerbou problemas estruturais do sistema de saúde brasileiro.

O ministro participou de uma reunião com 17 executivos dos principais bancos do país na sede da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), em São Paulo, à convite da instituição. Também estava presente o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

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Os presidentes do Itaú Unibanco, Milton Maluhy, do Bradesco, Octavio de Lazari Junior, do BTG Pactual, Roberto Sallouti, e os vice-presidentes do Santander, Alessandro Tomao, e do Banco do Brasil, João Carlos Pecego também estavam na agenda.

Queiroga fez uma apresentação de cerca de 20 minutos sobre os desafios do setor e os problemas enfrentados durante a pandemia. Ao tratar diretamente das reformas pós-pandemia, disse ser favorável à regionalização da assistência à saúde, com consequente redução do número de hospitais pequenos.

Conforme as fontes ouvidas pelo Estadão, Queiroga disse haver necessidade de integração dos serviços e subsistemas de saúde. Segundo o ministro, o foco vai recair sobre a atenção primária como “regulador do sistema”. Ele defendeu a definição de um marco regulatório para as PPPs (parcerias público-privadas) no setor de saúde.

Queiroga também citou a necessidade de reforma do financiamento do SUS (Sistema Único de Saúde). A lógica a ser adotada seria a do “dinheiro que segue o paciente”. Para isso, seria preciso diminuir a renúncia fiscal e minimizar a judicialização na área de saúde, afirmou o ministro. Para ele, o setor de saúde tem papel crescente no valor adicionado à economia, no total das remunerações no Brasil e no total das ocupações.

Reprodução/Twitter

Sobre a pandemia, Queiroga afirmou que acelerar a vacinação contra a covid-19 está entre as ações prioritárias do governo, junto com assegurar a assistência à saúde e estabelecer medidas para um retorno seguro das atividades. As fontes do setor financeiro também relataram ao Estadão que o ministro voltou a garantir que o governo já contratou vacinas suficientes para imunizar toda população adulta até o fim de 2021.

Queiroga também fez uma defesa, entre os executivos de bancos, dos dados de vacinação. Segundo ele, o Brasil está entre os países com mais doses aplicadas e também entre as nações com maiores percentuais de doses aplicadas na população, considerando apenas a 1ª dose.

Em outro momento, o ministro tratou da expansão do programa de testagem para covid-19. Em sua apresentação, afirmou que o governo está desenvolvendo estratégias de testagem, parâmetros e protocolos, além de um roteiro para digitalização e rastreamento.

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Poder360