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França ultrapassa marca de 2 milhões de casos de covid-19

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A França chegou nesta terça-feira a 2.041.293 casos de covid-19, segundo dados coletados pela Universidade Johns Hopkins, e ultrapassou a Rússia, sendo agora o quarto país do mundo com mais infectados pela doença, atrás apenas de Estados Unidos, Índia e Brasil.

O avanço no número de casos está sendo acompanhado por recordes de internações nos hospitais franceses e de uma alta do número diário de mortes, apesar do “lockdown” de 30 dias decretado no início de novembro pelo presidente do país, Emmanuel Macron.

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O presidente francês, Emmanuel Macron, em reunião com equipe médica de região atingida pela covid-19 -França, pandemia, segunda onda, coronavírus, pandemia — Foto: Photo by Ludovic Marin, Pool via AP

O presidente francês, Emmanuel Macron, em reunião com equipe médica de região atingida pela covid-19 -França, pandemia, segunda onda, coronavírus, pandemia — Foto: Photo by Ludovic Marin, Pool via AP

Dados da Johns Hopkins mostram que a França chegou a 45,1 mil mortes relacionadas à doença, o sétimo pior número entre todos os países do mundo. Os EUA lideram o ranking, com 247,4 mil, seguidos pelo Brasil, com 166 mil.

Segundo a imprensa francesa, Macron planeja fazer um novo pronunciamento ao país na próxima semana para falar sobre a evolução da luta contra o vírus. Quando anunciou o novo confinamento, ele deixou aberta a possibilidade de estendê-lo por mais tempo se não houvesse uma diminuição dos contágios.

Nesta terça-feira, Macron descartou a volta do público aos estádios do país antes de 2021 e anunciou um plano de 400 milhões de euros para ajudar o setor esportivo a enfrentar os efeitos da crise provocada pela pandemia. Mesmo quando os torcedores forem autorizados a acompanhar os jogos pessoalmente, o número de pessoas nas arquibancadas será limitado.

Restaurantes e bares também devem continuar fechados em todo o país, mesmo se o presidente decidir flexibilizar o “lockdown” a partir de dezembro, como o inicialmente planejado pelo governo francês.

Fonte: Valor Econômico