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Google doa R$ 5,5 milhões a programa de combate à fome em periferias

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O Google, por meio de seu braço filantrópico Google.org, vai doar R$ 5,5 milhões para a Gerando Falcões, uma das principais instituições à frente dos esforços na luta contra a fome no Brasil. A expectativa é ajudar mais de 7 mil famílias impactadas pela atual crise humanitária em 40 comunidades carentes no Norte e Nordeste do país.

O apoio está baseado em três pilares: combate imediato à fome, dignidade às famílias em situação de extrema pobreza e fortalecimento da economia local. A iniciativa está ligada à campanha “Corona no Paredão, Fome Não”, que consiste na doação de cestas básicas digitais. As famílias receberão cartões que serão recarregados com R$ 150 mensalmente durante cinco meses.

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“Para o Google, é uma honra apoiar uma instituição comprometida com o Brasil como a Gerando Falcões e poder ser parte dos esforços para o combate à fome no país, especialmente no momento crítico que estamos passando”, afirma Fabio Coelho, presidente do Google Brasil.

Doação beneficia campanha da instituição Gerando Falcões. Foto: Divulgação

Desde o início da pandemia, o Google.org destinou mais de R$ 12 milhões no Brasil para diferentes iniciativas com o objetivo de contribuir para a recuperação econômica e social do país. 

Entre os projetos beneficiados no último ano estão o Potência Feminina, do Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME); TRANSformAÇÃO, da Transempregos; Conexão Educativa, da Nova Escola; ProtegeBR, plataforma da Olabi; e o Mapa da Saúde Mental, desenvolvido pelo Instituto Vita Alere.

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Reabertura de escritórios

Com a vacinação avançando nos EUA, o Google começa a definir novas diretrizes para o trabalho remoto e já acelera os planos para a reabertura dos seus escritórios e a volta ao regime presencial. 

Em um primeiro momento, os escritórios serão reabertos com capacidade limitada, o que deve acontecer já em abril. A reabertura será escalonada com base na disponibilidade de doses de vacina e na média móvel de novos casos de Covid-19, que precisará estar em queda. 

O Google quer que o trabalho nos escritórios seja presencial até o dia 1° de setembro. Depois disso, os colaboradores poderão trabalhar de casa por mais 14 dias adicionais.

Fonte: Olhar Digital