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Petz expande e-commerce com ‘AliExpress’ para bichos de estimação

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A Petz, rede brasileira de pet shops, anunciou nesta segunda-feira (29) mais um movimento de expansão: a abertura de seu novo marketplace de importados para animais de estimação – semelhante ao AliExpress. Nos últimos meses, o e-commerce da empresa foi responsável por 50% das vendas

O marketplace tem, por enquanto, cerca de 1 mil produtos importados. Nos itens, o diferencial quase sempre é a tecnologia. Brinquedos eletrônicos para cães e gatos e pequenos robôs que facilitam o trabalho do dia a dia são vendidos a partir de R$ 100 e podem chegar a milhares de reais. 

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Em parceria com a startup uruguaia Nocnoc, a logística de importação é feita por passos, primeiro com a empresa e depois para a Petz. Assim, o tempo entre a compra e a entrega diminui para até 30 dias. 

Novo marketplace da Petz oferece 1 mil produtos importados. Foto: sophiecat/Shutterstock

“Eu não quero ter mais do mesmo em relação aos produtos. Então aquilo que já é oferecido no Brasil a gente já faz. Tudo o que é muito diferente a gente vai usar da importação”, conta Luciano Sessim, diretor comercial e de marketing da Petz, em entrevista ao Estadão.

Após realizar aportes milionários em startups do setor, e movimentar R$ 3 bilhões em sua abertura de capital (IPO), a Petz espera aumentar ainda mais a sua oferta de serviços, incluindo hotelaria de pets e creches. Novas parcerias e até mesmo aquisições em 2021 também são estudadas.

Lojas virtuais no Brasil

Por falar em AliExpress, a plataforma recentemente firmou uma parceria com a brasileira Nuvemshop, a qual trará diversas vantagens aos empreendedores no país. A principal delas é que o lojista conseguirá gerar receita com o comércio eletrônico sem precisar investir em estoque – modelo de negócio conhecido como dropshipping.

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Ademais, qualquer empreendedor pode construir o seu negócio online em poucos cliques, conectar a loja virtual com o marketplace chinês e selecionar produtos do mundo inteiro para vender aos consumidores brasileiros.

Via: Estadão

Fonte: Olhar Digital