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Tesouro reduz meta e estima que estoque da dívida pode chegar a R$ 5,8 tri

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O Tesouro Nacional revisou para baixo o Plano Anual de Financiamento para a dívida pública federal de 2021, que inclui os débitos do governo no Brasil e no exterior. Agora, o governo passa a estipular uma oscilação de R$ 5,5 trilhões a R$ 5,8 trilhões no estoque ao longo do ano. O intervalo anterior era de R$ 5,6 trilhões a R$ 5,9 trilhões. Segundo o texto, o Brasil passa por um cenário mais favorável para a gestão da dívida do que o estimado na elaboração do plano.

Eis a íntegra do informe divulgado à imprensa na tarde desta 4ª feira (26.mai.2021).

A dívida pública é emitida pelo Tesouro Nacional para financiar o deficit orçamentário do governo, ou seja, para cobrir as despesas que superam a arrecadação com impostos, contribuições e outras receitas. É vista como uma das principais referências para avaliação da capacidade de pagamento do país pelas agências globais que avaliam grau de investimento.

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A reserva de liquidez, que permite cobrir necessidades de caixa imediatas sem precisar vender ativos ou depender de mercados sensíveis ao risco de crédito, totalizou R$ 969 bilhões em abril. Já o percentual vincendo da dívida em 12 meses ficou em 24,5%, uma queda frente ao mês anterior de 3,3 pontos percentuais.

Na avaliação do Tesouro, o estoque da dívida tende a ficar menor, sobretudo devido à expectativa de menores colocações de títulos prefixados, em particular aqueles com prazos mais reduzidos.

A dívida pública fechou em R$ 5,09 trilhões em abril, uma queda nominal de 2,92% em relação a março, quando ficou em R$ 5,24 trilhões. O número, porém, continua fora da meta do plano anual.

“Esse ajuste na estratégia de financiamento se traduz em uma composição com maior participação de títulos remunerados por taxas de juros flutuantes e dos remunerados por índices de preços, em detrimento dos prefixados”, diz a nota do órgão.

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Poder360