política

Vacinas da Pfizer e da Moderna não apresentam risco para grávidas, diz estudo preliminar

111views

Um estudo preliminar realizado pelo CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos não encontrou evidências de que as vacinas fabricadas pela Pfizer e pela Moderna apresentam risco sério a mulheres grávidas.

A pesquisa foi publicada na revista científica The New England Journal of Medicine (íntegra – 462 KB) na 4ª feira (21.abr.2021).

Os pesquisadores analisaram os dados de 35.691 mulheres grávidas norte-americanas, com idades de 16 a 54 anos de 14 de dezembro de 2020 a 28 de fevereiro de 2021.

Elas tiveram acompanhamento do CDC por meio de um aplicativo por smartphone chamado “V-Safe”, que monitora reações adversas e o estado de saúde.

Do total de participantes, 3.958 foram vacinadas, sendo que 2.136 mulheres receberam a vacina da Pfizer (54%) e 1.822, a da Moderna (46%).

.mod-newsletter.full .title, .mod-newsletter.full h1 {font-size:18px;text-transform:none;} input.submit{margin-top: 0.2px !important;} .mod-newsletter.full .title small, .mod-newsletter.full h1 small{font-size:16px;}.mod-newsletter .title, .mod-newsletter
h1{font-family:”Prelo”,sans-serif;}.mod-newsletter.full input[type=text]{font-size:14px;padding: 10px 7px;}.mod-newsletter.full input[type=submit] {padding:9px 0;margin-top:-21px}.mod-newsletter.full {margin:15px 10px; padding:20px 15px 15px; border: 1px solid #d2d2d2; background:transparent; background-color#fff;}.enviar .container {width:100%;}.content.wp h1, .content.wp h2 .enviar{margin:0;}@media only screen and (max-width: 1279px){.mod-newsletter.full h1{font-size:15px;}}@media only screen and (max-width: 1279px){.mod-newsletter.full h1 small{font-size:14px;}}@media only screen and (max-width: 767px){.mod-newsletter.full h1 {padding-bottom:11px;}}

Efeitos colaterais como dor no local da injeção foram mais relatados em mulheres grávidas do que em não grávidas. Já fadiga, dores de cabeça, calafrios, febre e mialgia foram relatados com menor frequência pelas gestantes.

O CDC afirmou que “dificilmente as vacinas representarão algum risco específico”, mas que é necessário um acompanhamento a longo prazo para saber os resultados e a segurança da vacina contra a covid-19 em relação às mães, aos bebês e as aplicações realizadas no 1º trimestre da gestação.

Ainda segundo o estudo, apenas 827 mulheres registraram dados completos de toda a gravidez. Desse total,  104 perderam a gestação antes das 20 semanas e uma mulher deu à luz um bebê natimorto após a 20ª semana. Nenhuma criança recém-nascida morreu.

Os pesquisadores consideraram que esses números não eram “significativamente maior” do que o registrado em pessoas que não haviam recebido a vacina.

“Além da vacinação proteger as mulheres contra a covid-19 e suas complicações durante a gravidez, evidências mostraram a transferência transplacentária de anticorpos da síndrome respiratória aguda grave coronavírus (SARS-CoV-2) após a vacinação materna com covid-19 durante o terceiro trimestre, o que sugere que a vacinação materna pode fornecer algum nível de proteção ao recém-nascido”, apontou o estudo. 

Brasil

No Brasil, o Ministério da Saúde afirmou em 16 de abril que estuda incluir grávidas no grupo prioritário da campanha de vacinação depois de ter recebido relatos de que a variante de Manaus (P.1) pode afetar mais a saúde das gestantes.

Continuar lendo

Poder360