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Voluntária que teve reação adversa a vacina de Oxford está bem e teve alta

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A reação adversa que causou a suspensão dos testes clínicos da vacina contra a covid-19 desenvolvida pela AstraZeneca/Oxford foi verificada em uma mulher. Ela é inglesa e faz parte do grupo que recebeu o imunizante experimental. Ela não integrava o chamado grupo de controle.

A informação foi dada pelo CEO da AstraZeneca, Pascal Soriot, ao participar de uma conferência privada com investidores, e divulgada pelo portal Stat News, especializado em ciência e saúde.

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Segundo o CEO, a mulher apresentou 1 problema neurológico conhecido como mielite transversa. A condição faz com que ocorra uma inflamação na medula espinhal, bloqueando a transmissão dos impulsos nervosos. Soriot disse que ela estava bem e teve alta na última 4ª feira (9.set.2020).

Soriot também confirmou que essa foi a 2ª vez que os testes foram suspensos. A 1ª vez foi em julho, depois que 1 participante apresentou sintomas neurológicos. Foi feito 1 exame mais aprofundado e descobriu-se que o participante tinha esclerose múltipla. O desenvolvimento da doença não teve relação com o imunizante.

TESTES NO BRASIL

A vacina de Oxford está sendo em 5.000 pessoas no Brasil. A Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), que coordena os testes no Brasil, disse que muitos dos brasileiros já receberam a 2ª dose da substância e não houve notificação de efeitos adversos.

O Ministério da Saúde também se pronunciou. A pasta afirmou que “a pausa no estudo significa que não haverá inclusão, neste momento, de novos participantes”. “Entretanto, aqueles já incluídos seguem em acompanhamento para avaliação da segurança e eficácia”, completou.

A vacina é testada em cerca de 18.000 pessoas em todo mundo.

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Poder360